A Prefeitura de Itapevi realiza a 38ª Mostra de Teatro de Itapevi, que começa na quinta-feira (02) e reúne seis espetáculos com diferentes propostas artísticas, incluindo clássicos da dramaturgia brasileira, adaptações contemporâneas e histórias marcadas por humor e emoção.

A programação acontece no Teatro Municipal (Rua Professor Irineu Chaluppe, 65, Centro) e segue até sábado (04), com apresentações em dois horários: às 14h e às 20h. As peças possuem classificações indicativas variadas e levam ao público diferentes experiências, passando pelo drama, pela comédia e pela reflexão sobre temas sociais e humanos.

A abertura da Mostra será realizada no dia 02 de julho, às 14h, com o espetáculo “Pluft, o Fantasminha”, de Maria Clara Machado, com classificação indicativa de 10 anos. A peça conta a história de Pluft, um fantasminha que tem medo de gente e precisa enfrentar seus próprios receios após a chegada inesperada de uma menina em seu mundo de mistérios e imaginação.

No mesmo dia, às 20h, será apresentada “Barbacena”, com texto colaborativo e classificação indicativa de 16 anos. Inspirado no Hospital Colônia de Barbacena, cenário de um dos episódios mais marcantes da história da saúde mental no Brasil, o espetáculo aborda memórias, silenciamentos e histórias de pessoas que tiveram suas vozes apagadas por um sistema de exclusão.

Na sexta-feira (03), às 14h, o público poderá conferir “Quem Casa Quer Casa”, de Martins Pena, com classificação indicativa de 12 anos. A comédia retrata os conflitos familiares de uma casa onde diferentes personalidades precisam conviver, criando situações de confusão e muito humor.

Às 20h, será a vez de “Bailei na Curva”, de Júlio César Conti, também com classificação indicativa de 12 anos. A montagem acompanha a trajetória de sete crianças vizinhas ao longo de duas décadas, tendo como pano de fundo momentos marcantes da história do Brasil entre 1964 e 1984.

No sábado (04), às 14h, será apresentado “O Auto das Barcas – Do Inferno à Glória”, inspirado nos textos de Gil Vicente, com classificação indicativa de 12 anos. A adaptação contemporânea conduz o público por uma travessia simbólica entre pecado, arrependimento e redenção, utilizando humor, crítica e reflexão sobre valores humanos.

Encerrando a programação, às 20h, o espetáculo “A Mente Capta”, de Mauro Rasi, com classificação indicativa de 12 anos, apresenta uma narrativa marcada por humor e situações inusitadas dentro de um consultório, onde conflitos emocionais e relações humanas se transformam em uma experiência divertida e reflexiva.